Sou como o vento que corre quando quer e para onde lhe convém, e nunca se deixa apanhar.Sou metade sol, metade lua, gosto do meu espaço para brilhar e curtir o espetáculo quando está no seu auge. Sou como o céu que se veste de negro quando está revoltado e desata a mostrar a sua fúria entre gritos [trovões] e lágrimas [chuva]. Ás vezes sou como a noite que adora ficar sozinha apenas com a companhia das estrelas... Às vezes sou como a rosa que alberga uns quantos espinhos espetados no seu corpo e que pica os menos atentos. Outras vezes sou como uma árvore, de raízes bem fincadas, que morre se lhe tiram o chão.Às vezes sou como a pequena lagartixa que se fecha num casulo até perceber que tem asas e é uma bela borboleta...Sou como uma música triste, que toca sem parar, mas que engole o seu som para disfarçar essa tristeza que a consome desde a primeira nota. Sou como um livro fechado, que muitos conhecem e julgam a capa, mas que não se interessam por saber o que tem escrito no seu interior. Sou como uma ilha perdida à espera que descubram o que tem de melhor. Sou um mapa pouco analisado.Sou uma sombra perdida no meio de corpos perdidos que se tentam enquadrar num mundo perdido, ilógico e degradado. Sou do sexo feminino, menina-mulher-madura-ingênua-delicada-corajosa-despudorada... cheia de esperanças... sonhos...frustrações... desejos...amor!!! sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Sou como o vento que corre quando quer e para onde lhe convém, e nunca se deixa apanhar.Sou metade sol, metade lua, gosto do meu espaço para brilhar e curtir o espetáculo quando está no seu auge. Sou como o céu que se veste de negro quando está revoltado e desata a mostrar a sua fúria entre gritos [trovões] e lágrimas [chuva]. Ás vezes sou como a noite que adora ficar sozinha apenas com a companhia das estrelas... Às vezes sou como a rosa que alberga uns quantos espinhos espetados no seu corpo e que pica os menos atentos. Outras vezes sou como uma árvore, de raízes bem fincadas, que morre se lhe tiram o chão.Às vezes sou como a pequena lagartixa que se fecha num casulo até perceber que tem asas e é uma bela borboleta...Sou como uma música triste, que toca sem parar, mas que engole o seu som para disfarçar essa tristeza que a consome desde a primeira nota. Sou como um livro fechado, que muitos conhecem e julgam a capa, mas que não se interessam por saber o que tem escrito no seu interior. Sou como uma ilha perdida à espera que descubram o que tem de melhor. Sou um mapa pouco analisado.Sou uma sombra perdida no meio de corpos perdidos que se tentam enquadrar num mundo perdido, ilógico e degradado. Sou do sexo feminino, menina-mulher-madura-ingênua-delicada-corajosa-despudorada... cheia de esperanças... sonhos...frustrações... desejos...amor!!!
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário