sexta-feira, fevereiro 05, 2010



Paro num canto e calo-me...Como se o som tivesse sido desligado.

Eu tranco a minha voz, como tranco a minha alma...Toco nas mãos e sinto-me atordoada...

Os meus pés estão colados ao chão...Ali ficam eternamente…Meu sim que parece um não.

É a verdade que mente...Eu não sei mais quem sou, Não sei mais de onde vim...

Estou parada, estou largada em algum lugar da terra... Não sei quem me amou... Não sei se fui amada...

Parei no tempo, na madrugada...E não amanheci.

Hoje calo-me… sinto-me: farta de discussões, de escolhas, de decisões...

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